segunda-feira, 26 de março de 2012

INSEMINAÇÃO INTRAUTERINA (IA) INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL;

Inseminação Intrauterina –(Média Complexidade)
A Inseminação Intrauterina, conhecida desde a Antiguidade, é um recurso terapêutico de grande valor no tratamento do casal infértil. As indicações dessa opção são baseadas na impossibilidade ou dificuldade do sêmen para alcançar o óvulo no aparelho genital da mulher (tubas), impedindo, assim, a fecundação. As candidatas a essa modalidade terapêutica são as pacientes que apresentam:
a) Muco cervical pobre ou deficiente.
b) Infertilidade Sem Causa Aparente (ISCA), Infertilidade Inexplicável.
c) Maridos com espermograma alterado (oligospermia, astenospermia ou problemas anatômicos).
importante: Como a fertilização ocorre no ambiente natural, isto é, nas tubas, estas devem estar permeáveis.
Indução da Ovulação, Técnica e Dia da Inse minaçãoDa mesma forma feita no coito programado, os ovários são estimulados por hormônios, com o objetivo de obter um maior número de óvulos recrutados. Esses óvulos também têm seu crescimento acompanhado pela ultrassonografia até que atinjam um diâmetro aproximado de 18 mm, e o endométrio, uma espessura superior a 7 mm. A ovulação também é desencadeada no momento adequado por um medicamento.
A diferença consiste nas dosagens dos medicamentos utilizados para o estímulo ovariano e no fato de que, em vez das relações sexuais, os espermatozoides serão colocados dentro do útero.
A inseminação artificial é um procedimento relativamente simples. É realizada no consultório, sem anestesia, é indolor e não dura mais que alguns minutos. Com a paciente em posição ginecológica, o esperma é colocado dentro do útero, perto dos orifícios internos das tubas, através de um cateter delicado que transpassa a vagina e o canal cervical. Após a inseminação, a paciente deverá ficar em repouso no consultório por cerca de 20 minutos, a fim de que o sêmen alcance o interior das tubas e ocorra a fertilização.

Ao final desse período, poderá voltar às suas atividades cotidianas. Os índices de sucesso da Inseminação Intrauterina, em seguida à estimulação ovariana (superovulação), estão ao redor de 18% a 25% por ciclo, mas podem chegar a 50% depois de algumas tentativas. Nos casos em que o parceiro masculino for portador de distúrbios muito graves do esperma (azoospermia – falta total de espermatozoides), pode ser usado o esperma congelado de um doador anônimo, disponível nos Bancos de Sêmen.

Referência;http://vidaconcebida.com.br/aspectos-importantes-sobre-a-pesquisa.html

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