sábado, 24 de março de 2012

É necessário haver uma estimulação ovariana. A estimulação é feita através de hormônios de forma controlada para não ocorrer a hiperestimulação ovariana e gravidez múltipla. Associado a estimulação ovariana, os espermatozóides são selecionados em laboratório.
O esperma é formado pelo líquido seminal e pelos espermatozóides. Na inseminação, os espermatozóides são separados do líquido seminal, sendo apenas os espermatozóides utilizados. Como os espermatozóides são colocados acima do orifício interno do colo do útero, o líquido seminal não é necessário porque este serve como meio de transporte para os espermatozóides. O líquido seminal é substituído por um meio de cultura adequado.

O processo de separação do esperma consiste na centrifugação do ejaculado em conjunto com um meio de cultura. Esta centrifugação faz a separação da parte sólida (espermatozóides e células) da parte líquida (meio de cultura e líquido seminal).



Foto de cateter
O resultado da centrifugação que contém os melhores espermatozóides é injetado no interior do útero da paciente da seguinte forma: A paciente fica em posição ginecológica e o médico coloca um espéculo (aparelho utilizado para exames ginecológicos) na vagina. Após desinfecção do orifício do colo o útero, um cateter é introduzido até o interior do útero. O concentrado de espermatozóide previamente selecionado é injetado diretamente no interior do útero. Após a injeção de espermatozóide o cateter é retirado. A fertilização neste caso é "in vivo", dentro das tubas.

Neste processo não é necessário repouso além dos 30 minutos que se seguem à inseminação ou modificação da vida pessoal. Neste link você encontrará informações mais precisas, vejam;http://www.medicinareprodutiva.com.br/a-inseminacao-intrauterina-pode-me-ajudar-a-engravidar/

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