quarta-feira, 11 de abril de 2012

TEMPO DE ESPERA PARA ENGRAVIDAR DEPENDE DA IDADE DA MULHER!


Os problemas de fertilidade de um casal são normalmente definidos pela ausência de gravidez após um ano de tentativas regulares, sem uso de nenhum método contraceptivo. "Todo casal em que a mulher possui até 35 anos de idade tem, a cada mês, um chance de ter gravidez de 20%", explica o médico Selmo Geber, diretor da Clínica Origen, de Belo Horizonte. Em um ano, isso significa que 85% dos casais devem alcançar a gravidez, caso não haja problema de infertilidade de nenhum dos dois.

Se um casal com a mulher dentro dessa faixa etária procura ajuda com seis meses de tentativa, por exemplo, não necessariamente precisará de tratamento. A gravidez ainda pode ocorrer naturalmente nos seis meses seguintes. Por isso, os médicos aconselham uma espera maior.

A situação muda quando a idade da mulher é mais elevada, já que esse é um fator determinante para o sucesso de uma gravidez. Segundo Geber, após os 35 anos da mulher, as chances de gravidez começam a diminuir gradativamente.

Isso acontece porque a quantidade de óvulos diminui e a qualidade muda, com o passar dos anos. "O impacto disso é a diminuição na chance de gravidez após os 35 anos", diz o médico.

Ajuda após seis meses
Por conta disso, para mulheres com idade mais elevada os médicos recomendam que o casal procure ajuda seis meses após iniciar as tentativas. Alguns médicos apontam 35 anos como o momento para abreviar o prazo de espera, enquanto outros sugerem 37 ou 38 anos.

Dentro desse grupo que não conseguiu engravidar depois do período estipulado de tentativas, as razões podem ser diversas - e podem tanto ter como causa o homem, quanto a mulher. Só um médico especialista saberá investigar e indicar o melhor tratamento em cada caso.

Referência;http://mulher.terra.com.br/fertilidade/noticias/0,,OI5704794-EI20081,00-Tempo+de+espera+para+engravidar+depende+da+idade+da+mulher.html

PIPOCA É MAIS SAUDÁVEL DO QUE FRUTAS E VEGETAIS!!!



PIPOCA É MAIS SAUDÁVEL DO QUE FRUTAS E VEGETAIS!!!
É o que afirma uma reportagem baseada em comprovações, no site Hype science, o estudo indica que a pipoca não0 sendo aquela de cinema nem a de microondas, é rica em fibras, polifenóis, tem pouca caloria desde que feita com pouco óleo e sem manteiga e sim com azeite extra virgem ou o mínimo de sal, faz bem ao coração! Veja detalhes;
Quem aqui não gosta de sentar para assistir um filme e comer muita pipoca? Apesar de tão mal falada, quando preparada com os ingredientes certos, a pipoca tem poucas calorias, faz bem para o coração e ainda é nutritiva. Um exemplo: ela possui mais polifenóis, que são substâncias antioxidantes, do que frutas e vegetais.
Os polifenóis já foram ligados a redução de doenças cardíacas e certos tipos de câncer. E, por se tratar de um alimento integral, a pipoca também é uma boa fonte de fibras. E isso é um marco para um lanche tão mal visto!
A pipoca pode não substituir uma refeição inteira, mas ainda assim é uma boa escolha na hora de comer uma “besteira”. O que você tem que fazer é evitar as opções ricas em manteiga, óleo e sal, que diminuem seus benefícios.
Você só come pipoca quando vai ao cinema? Essa é o pior tipo possível. Estudos revelam que as “variedades cinematográficas” possuem muito mais calorias, sal e gordura saturada, quase o mesmo que comer um lanhe em cadeias de fast food.
As pipocas de microondas são convenientes, mas possuem seus pontos negativos, mesmo quando a escolha são as light ou de pouca gordura. E estudos mostram que muitos componentes químicos usados nesses produtos são prejudiciais à saúde.
A melhor opção mesmo – e saborosa também – seria a tradicional pipoca de panela, com um pouco de azeite de oliva. Ficou com vontade? Experimente colocar também pimenta do reino e queijo ralado. Huum!
Referência;http://hypescience.com/pipoca-e-mais-saudavel-do-que-frutas-e-vegetais/

Reversão da vasectomia; Vasostomia

A vasectomia é um método contraceptivo cirúrgico para homens, feito através da ligadura dos canais deferentes, que transportam os espermatozoides dos testículos para o meio externo durante a ejaculação. Mais de 30 milhões de casais no mundo usam a vasectomia como método de controle da natalidade, representando 8% de todos os métodos contraceptivos. Nestes casos, quando o homem inicia um novo relacionamento, geralmente com uma mulher que ainda não teve filhos, surgem inúmeras dúvidas e alguns deles procuram ajuda médica especializada para conversar a respeito das possibilidades de gravidez, seja espontânea ou com o apoio da reprodução assistida.
Com isso, de 6 a 8 % dos vasectomizados procuraram um urologista para reverter o quadro causado pela vasectomia. O que muitos não sabem é que o período entre a vasectomia e o momento da decisão por uma reversão é um ponto crítico para o sucesso, pois quanto menor for este tempo maior a chance de retorno à fertilidade.
O ideal é que a reversão seja realizada por um urologista experiente em microcirurgia, pois os resultados da cirurgia com o uso do microscópio são muito superiores quando comparados com o uso de lupa cirúrgica ou ao olho nu.

No tempo certo

Nas reversões de até três anos após a vasectomia, a chance de obter espermatozoides na ejaculação é de 97% e de gravidez 76%. Entre três e oito após a vasectomia as chances de gravidez são de 53%; entre oito e quatorze anos é de 44%; em vasectomias de mais de 14 anos a chance diminui para 31%. Esta porcentagem de reversões de vasectomia é maior em países desenvolvidos. Nos Estados Unidos, o número de pessoas que fazem a cirurgia tem se mantido constante (500 mil/ano), mas a o interesse pela reversão vem crescendo, provavelmente em função da maior divulgação.

A cirurgia

O ideal é que a reversão seja realizada por um urologista experiente em microcirurgia, pois os resultados da cirurgia com o uso do microscópio são muito superiores quando comparados com o uso de lupa cirúrgica ou ao olho nu. Em alguns casos a cirurgia requer uma reconstrução mais complexa, não no local onde os túbulos foram cortados durante a vasectomia.

Leve em conta

Outro fator muito importante é a idade da nova esposa, pois, nos casos onde as mulheres já estão próximas dos 40 anos, as dificuldades para gravidar espontaneamente são maiores. Muitos casais acabam optando pela reprodução assistida, em que uma punção na bolsa testicular capta os espermatozoides necessários para a fertilização in vitro. Os casais precisam estar cientes que a reversão é sempre possível, mas o tempo da vasectomia e a idade da nova esposa devem sempre ser levados em conta. 

Referência;http://minhavida.r7.com/saude/materias/15008-tire-suas-duvidas-antes-de-reverter-a-vasectomia

quinta-feira, 5 de abril de 2012

ÔMEGA 3 AUMETA A FERTILIDADE MASCULINA E A QUALIDADE DO ESPERMA

Estudos indicam que a ingestão diária, mas moderada de cápusulas ou alimentos que contenham o ÔMEGA 3 (Peixes de água fria como; cavalas, arenque, salmão, sardinha, atum, bacalhau, ou sementes oleaginosas como; amendoim , nozes, castanhas, semente de linhaça ou em óleos de canola girassol, leite, ovos, soja... ajudam na produção do esperma, consequentemente no aumento da fertlidade masculina!
 Até então sabiamos os benefícios do ÔMEGA 3, redução do HDL (colesterol ruim), aumento do LDL( colesterol bom), protege o coração, é antiflamatório ou na fertilidade da mulher.
   Uma pesquisa da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostrou que a gordura pode ter implicações no tratamento de infertilidade masculina. Os cientistas fizeram experimentos com ratos, dos quais retiraram um gene responsável por uma enzima que produz o ácido docosahexaenoico (DHA), encontrado em abundância nos peixes de águas frias, como truta, sardinha e salmão. A falta dessa substância faz os ratos ficarem inférteis, produzindo pouca quantidade de esperma. “Quando fizemos o espermograma e comparamos com as taxas de fertilidade, constatamos que ratos sem o DHA não conseguiam se reproduzir”, disse ao Correio o estudante de doutorado Manuel Roqueta-Rivera, que trabalhou na pesquisa.
Para verificar a importância do ômega-3 na fertilidade, os cientistas introduziram o DHA, um ácido da família dessa gordura, na alimentação dos ratos cujo gene foi desativado. “A fertilidade foi completamente restabelecida. Quando os alimentamos com DHA, todas as anomalias desapareceram”, conta Roqueta-Rivera. Segundo ele, foi a primeira vez que uma pesquisa relacionou o ômega-3 à fertilidade masculina diretamente, embora alguns estudos prévios tenham sugerido que pacientes com baixa contagem de esperma consumiam pouco essa gordura.
O estudo faz parte de uma série de pesquisas da Universidade de Illinois. “Conseguimos boas pistas com a contagem de esperma nos animais deficientes em DHA sobre quais tipos de patologia podem surgir devido à falta do ômega-3. Mas aprecisamos entender melhor os mecanismos envolvidos e fazer pesquisas em nível celular”, afirma o pesquisador.
Fonte: Correio Braziliense – DF