O processo que envolve um tratamento de reprodução assistida é normalmente repleto de ansiedade e de expectativas Foto: Dreamstime/Terra
O processo que envolve um tratamento de reprodução assistida normalmente é repleto de ansiedade e de expectativas que o casal deposita nessa possibilidade de engravidar com ajuda da medicina. Por conta da pressão que a própria situação impõe, na maioria das vezes tanto o homem, quanto a mulher não revelam às famílias que recorreram à fertilização. Mas, quando decidem contar, é dever dos parentes dar suporte sem fazer julgamentos, afirma Rose Massaro Melamed, psicóloga da clínica do Centro de Fertilização Assistida Fertility, de São Paulo.
O respeito à decisão do casal é essencial. Segundo Rose, é muito difícil ouvir frases como "se não veio é porque Deus não quis", ou "para quê fazer tratamento se tem tenta criança no mundo esperando por adoção?". A psicóloga explica que o único papel da família é dar apoio, dado que a decisão pelo tratamento já foi tomada pelo casal. Mesmo que os parentes não concordem com a atitude, essa opinião não deve ser expressada por eles.
"Uma vez que o casal tenha dado essa abertura aos parentes, o papel da família deve ser o de apoiar sem interferir, sem tomar decisões", concorda Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora do Instituto Valenciano de Infertilidade, de São Paulo. "O apoio deverá consistir em oferecer consolo, estimular uma atitude positiva, confiante de que haverá solução e que o casal não está sozinho nessa luta."
Uma atitude contrária ao que as especialistas sugerem pode acarretar no afastamento do casal em relação à família. Além disso, o processo, que já é repleto de ansiedade e de questionamentos, pode ficar ainda mais angustiante e penoso para ambos.
O apoio
O apoio familiar deve envolver mais ouvir do que falar. É importante deixar o casal à vontade, aconselham as especialistas. Muitas perguntas sobre o andamento do procedimento pode deixá-los ainda mais nervosos e pressionados.
"Existem casos de famílias que apoiam a decisão do casal, mas querem participar, ficam a todo momento perguntando sobre a fertilização e o andamento do processo. Esse tipo de atitude pode fazer com que o casal sinta-se na obrigação de dar uma satisfação positiva. Ou seja, mais uma pressão sobre eles", esclarece Rose.
O suporte sem interferência é a maior prova de amor e de companheirismo que a família pode dar ao casal que passa por esse momento delicado, aconselha Silvana.
fonte;http://vidaeestilo.terra.com.br/fertilidade/noticias/0,,OI6062015-EI20143,00-Em+reproducao+assistida+familia+deve+dar+apoio+sem+julgar.html
O respeito à decisão do casal é essencial. Segundo Rose, é muito difícil ouvir frases como "se não veio é porque Deus não quis", ou "para quê fazer tratamento se tem tenta criança no mundo esperando por adoção?". A psicóloga explica que o único papel da família é dar apoio, dado que a decisão pelo tratamento já foi tomada pelo casal. Mesmo que os parentes não concordem com a atitude, essa opinião não deve ser expressada por eles.
"Uma vez que o casal tenha dado essa abertura aos parentes, o papel da família deve ser o de apoiar sem interferir, sem tomar decisões", concorda Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora do Instituto Valenciano de Infertilidade, de São Paulo. "O apoio deverá consistir em oferecer consolo, estimular uma atitude positiva, confiante de que haverá solução e que o casal não está sozinho nessa luta."
Uma atitude contrária ao que as especialistas sugerem pode acarretar no afastamento do casal em relação à família. Além disso, o processo, que já é repleto de ansiedade e de questionamentos, pode ficar ainda mais angustiante e penoso para ambos.
O apoio
O apoio familiar deve envolver mais ouvir do que falar. É importante deixar o casal à vontade, aconselham as especialistas. Muitas perguntas sobre o andamento do procedimento pode deixá-los ainda mais nervosos e pressionados.
"Existem casos de famílias que apoiam a decisão do casal, mas querem participar, ficam a todo momento perguntando sobre a fertilização e o andamento do processo. Esse tipo de atitude pode fazer com que o casal sinta-se na obrigação de dar uma satisfação positiva. Ou seja, mais uma pressão sobre eles", esclarece Rose.
O suporte sem interferência é a maior prova de amor e de companheirismo que a família pode dar ao casal que passa por esse momento delicado, aconselha Silvana.
fonte;http://vidaeestilo.terra.com.br/fertilidade/noticias/0,,OI6062015-EI20143,00-Em+reproducao+assistida+familia+deve+dar+apoio+sem+julgar.html
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